F1 team

Mercedes AMG F1 team


3

0 PTS

George Russell

Lewis Hamilton


Base
Brackley, Great-Britain
Chefe de equipe
Toto Wolff
Chassis
F1 W14
Motor
Mercedes

Mercedes AMG F1

A equipe Mercedes também é conhecida como "Flechas de Prata". Após conquistar todos os campeonatos na era dos motores híbridos (desde 2014), a Mercedes foi derrotada no Campeonato Mundial de Pilotos de 2021 pelo piloto holandês Max Verstappen da Red Bull. A Mercedes começou 2022 com um desejo enorme de dar a volta por cima e ter um piloto campeão novamente, porém, diversos problemas com o carro impediram a equipe alemã de alcançar bons resultados. Será que veremos a poderosa Mercedes de volta em 2023?

F1 Standings

Quem são os pilotos da Mercedes?

Para alívio da Mercedes, a equipe conseguiu renovar contrato com o piloto Lewis Hamilton para as temporadas de 2022 e 2023. O heptacampeão mundial irá batalhar outra vez contra Max Verstappen pelo título mundial deste ano. Embora ele tivesse que reconhecer a superioridade do holandês em 2021, Hamilton ficou muito próximo da conquista do campeonato. A temporada de 2022 não foi nada boa para o britânico, que pela primeira vez em sua carreira ficou um ano inteiro sem vencer uma corrida. Ele estará, portanto, ainda mais focado em receber o prêmio de campeão em 2023.

Hamilton terá mais uma vez George Russell como seu companheiro de equipe. O seu compatriota fez a sua estreia pela equipe alemã na temporada passada e logo desbancou o heptacampeão mundial. Russell espera que a Mercedes lhe dê um carro competitivo em 2023, permitindo assim que ele se envolva na disputa pelo título este ano.

O retorno de um gigante

Após anos de ausência, a Mercedes voltou ao grid da Fórmula 1 em 2010. A Daimler comprou a Brawn GP, que havia disputado apenas uma temporada na categoria após a Honda ter feito o desligamento de toda a equipe de fábrica. O fato marcou o retorno da fornecedora de motores alemã como uma equipe de fábrica na Fórmula 1. Embora a equipe da Brawn GP tenha sido mantida em praticamente todos os setores (incluindo Ross Brawn como chefe da equipe), os primeiros anos na nova era da Fórmula 1 foram extremamente difíceis para a Mercedes.

Não importa o quão duro eles tenham trabalhado na fábrica de Brixworth (onde a Mercedes desenvolve o motor) e também na de Brackley, a dupla de pilotos formada por Michael Schumacher e Nico Rosberg não conseguiu impressionar em 2010. Schumacher retornou à Fórmula 1 para provar a si mesmo mais uma vez, porém a equipe de fábrica da Mercedes encontrou muitos desafios. Ferrari, Red Bull e McLaren (que usava motores Mercedes) terminaram o campeonato na frente da equipe alemã.

Em 2012 o vento começou a mudar de direção, e foi Rosberg quem garantiu a primeira vitória para a Mercedes desde o retorno da fabricante alemã à categoria. Os alemães venceram o Grande Prêmio da China, mas os resultados permaneceram inconsistentes. Até mesmo a equipe Lotus com todas as suas dificuldades conseguiu terminar o campeonato à frente da Mercedes, porém o primeiro passo na direção correta já havia sido dado.

Dominância na era híbrida V6

A Mercedes focou no novo regulamento do motor antes mesmo que a FIA pudesse implementar as novas regras. O chefe da equipe Norbert Haug saiu, e foi substituído por Toto Wolff. Junto com a lenda do automobilismo Niki Lauda, os dois convenceram o campeão mundial da temporada de 2008 a deixar a McLaren e se juntar à eles na equipe Mercedes. Foi uma decisão que acabou se mostrando mais valiosa do que o ouro.

Com Rosberg e Hamilton formando a dupla de pilotos e Toto Wolff no comando, a equipe alemã finalmente conseguiu mais uma vez ficar à frente da Ferrari na classificação. Os campeonatos de piloto e de construtores foram ganhos pela Red Bull (pelo quarto ano consecutivo), mas a Mercedes marcava presença no pódio regularmente. Foi uma linha que a equipe alemã continuou a seguir nos anos após 2013, resultando em um domínio da Mercedes.

Desde o primeiro momento em que o motor híbrido V6 foi colocado no carro da Flecha de Prata, Hamilton e Rosberg conquistaram vitória atrás de vitória. Um período de dominância com os motores V6 havia começado. Em 2014 e 2015 Hamilton venceu seu segundo e terceiro títulos, e em 2016 foi a vez de Rosberg ser chamado de campeão mundial. O ex-piloto de Fórmula 1 não perdeu tempo e anunciou a sua aposentadoria logo após o final daquela temporada.

Com Bottas como segundo piloto da equipe Mercedes, Hamilton também conquistou os títulos de 2017, 2018, 2019 e 2020. A competição interna na equipe, ao contrário do que aconteceu com Rosberg, não existia mais. Isso fez com que a Mercedes procurasse por um substituto para o Bottas em 2021, e acabaram escolhendo Russell para a vaga.

Depois de alcançar o seu sexto título mundial com a Mercedes, Hamilton ficou muito próximo de igualar o recorde de Michael Schumacher. Na Turquia, faltando ainda quatro corridas para o fim do campeonato, Hamilton igualou o alemão conquistando o seu sétimo título. Em 2021, no entanto, Hamilton não conseguiu derrotar Verstappen, deixando o seu tão sonhado oitavo título mundial ainda distante. Após um decepcionante ano de 2022, o heptacampeão mundial espera ter a oportunidade de ser campeão novamente este ano.

Qual motor a Mercedes usará?

Como uma das fornecedoras de motores na Fórmula 1, a Mercedes usa seu próprio motor. Isso dá à equipe uma melhor condição para análise de desempenho, permitindo lentamente o desenvolvimento de um carro competitivo para o campeonato. Além disso, a Mercedes é a fornecedora de outras equipes, incluindo Williams, McLaren e Aston Martin.