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F1 team

Mercedes AMG F1 team


2

0 PTS

Lewis Hamilton

George Russell

Base
Brackley, Great-Britain
Chefe de equipe
Toto Wolff
Chassis
F1 W15
Motor
Mercedes

Mercedes AMG F1

A equipe Mercedes também é conhecida popularmente como "Flechas de Prata". Após conquistar todos os campeonatos na era dos motores híbridos (desde 2014), a Mercedes foi derrotada no Campeonato Mundial de Pilotos de 2021 por Max Verstappen da Red Bull. A Mercedes começou 2022 com um desejo enorme de dar a volta por cima e ter um piloto campeão novamente, porém, diversos problemas com o carro impediram a equipe alemã de alcançar bons resultados. Após cometer os mesmos erros do ano anterior em 2023, a equipe alemã espera de fato recomeçar em 2024. Será que a Mercedes conseguirá competir de igual para igual com a Red Bull Racing?

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Quem são os pilotos da Mercedes?

Para alívio da Mercedes, a equipe conseguiu renovar o contrato de Lewis Hamilton para as temporadas de 2024 e 2025. O heptacampeão mundial irá mais uma vez tentar desafiar Max Verstappen em busca de seu oitavo título mundial. Nas últimas duas temporadas, Hamilton não conseguiu vencer nenhuma corrida, muito por causa do fracasso da Mercedes em desenvolver um carro competitivo. A equipe alemã, porém, já deixou bem claro que o carro de 2024 será totalmente diferente, o que pode dar novas esperanças a Lewis Hamilton.

O heptacampeão, por sua vez, terá mais uma vez George Russell como seu companheiro de equipe. O seu compatriota fez a sua estreia pela equipe alemã em 2022 e logo desbancou Hamilton na classificação final do campeonato. Russell, inclusive, venceu o Grande Prêmio de São Paulo daquele ano, sendo esta a sua primeira e única vitória na categoria até aqui. Em 2024, o jovem britânico espera que a Mercedes lhe dê um carro competitivo, permitindo assim que ele se envolva na disputa pelo título.

O retorno de um gigante

Após anos de ausência, a Mercedes voltou ao grid da Fórmula 1 em 2010. A Daimler comprou a Brawn GP, que havia disputado apenas uma temporada na categoria após a Honda ter feito o desligamento de toda a equipe de fábrica. O fato marcou o retorno da fornecedora de motores alemã como uma equipe de fábrica na Fórmula 1. Embora a equipe da Brawn GP tenha sido mantida em praticamente todos os setores (incluindo Ross Brawn como chefe da equipe), os primeiros anos na nova era da Fórmula 1 foram extremamente difíceis para a Mercedes.

Não importa o quão duro eles tenham trabalhado na fábrica de Brixworth (onde a Mercedes desenvolve o motor) e também na de Brackley, a dupla de pilotos formada por Michael Schumacher e Nico Rosberg não conseguiu impressionar em 2010. Schumacher retornou à Fórmula 1 para provar a si mesmo mais uma vez, porém a equipe de fábrica da Mercedes encontrou muitos desafios. Ferrari, Red Bull e McLaren (que usava motores Mercedes) terminaram o campeonato na frente da equipe alemã.

Em 2012 o vento começou a mudar de direção, e foi Rosberg quem garantiu a primeira vitória para a Mercedes desde o retorno da fabricante alemã à categoria. Os alemães venceram o Grande Prêmio da China, mas os resultados permaneceram inconsistentes. Até mesmo a equipe Lotus com todas as suas dificuldades conseguiu terminar o campeonato à frente da Mercedes, porém o primeiro passo na direção correta já havia sido dado.

Dominância na era híbrida V6

A Mercedes focou no novo regulamento do motor antes mesmo que a FIA pudesse implementar as novas regras. O chefe da equipe Norbert Haug saiu, e foi substituído por Toto Wolff. Junto com a lenda do automobilismo Niki Lauda, os dois convenceram o campeão mundial da temporada de 2008 a deixar a McLaren e se juntar à eles na equipe Mercedes. Foi uma decisão que acabou se mostrando mais valiosa do que o ouro.

Com Rosberg e Hamilton formando a dupla de pilotos e Toto Wolff no comando, a equipe alemã finalmente conseguiu mais uma vez ficar à frente da Ferrari na classificação. Os campeonatos de piloto e de construtores foram ganhos pela Red Bull (pelo quarto ano consecutivo), mas a Mercedes marcava presença no pódio regularmente. Foi uma linha que a equipe alemã continuou a seguir nos anos após 2013, resultando em um domínio absoluto.

Desde o primeiro momento em que o motor híbrido V6 foi colocado no carro das “Flechas de Prata”, Hamilton e Rosberg conquistaram vitória atrás de vitória. Um período de dominância com os motores V6 havia começado. Em 2014 e 2015, Hamilton venceu seu segundo e terceiro títulos, e em 2016 foi a vez de Rosberg ser chamado de campeão mundial. O ex-piloto de Fórmula 1 não perdeu tempo e anunciou a sua aposentadoria logo após o final daquela temporada.

Com Bottas como segundo piloto, Hamilton também conquistou os títulos de 2017, 2018, 2019 e 2020. A competição interna na equipe, ao contrário do que aconteceu com Rosberg, não existia mais. Isso fez com que a Mercedes procurasse por um substituto para Bottas no fim de 2021, e acabaram escolhendo Russell para a vaga.

Depois de alcançar o seu sexto título mundial com a Mercedes, Hamilton ficou muito próximo de igualar o recorde de Michael Schumacher em 2020. Na Turquia, faltando ainda quatro corridas para o fim do campeonato, Hamilton igualou o alemão conquistando o seu sétimo título. Em 2021, no entanto, Hamilton não conseguiu derrotar Verstappen, deixando o seu tão sonhado oitavo título mundial ainda distante. Após dois decepcionantes anos em 2022 e 2023, o heptacampeão mundial espera ter a oportunidade de ser campeão novamente este ano.

Qual motor a Mercedes usará?

Como uma das fornecedoras de motores na Fórmula 1, a Mercedes usa seu próprio motor. Isso dá à equipe uma melhor condição para análise de desempenho, permitindo lentamente o desenvolvimento de um carro competitivo para o campeonato. Além disso, a Mercedes é a fornecedora de outras equipes, incluindo Williams, McLaren e Aston Martin.