F1 team

Haas F1


8

34 PTS

Kevin Magnussen

Mick Schumacher


Base
Kannapolis, United States
Chefe de equipe
Guenther Steiner
Chassis
VF-22
Motor
Ferrari 066/3

Haas F1

A temporada de 2022 será muito importante para a Haas. O desempenho do time em 2021 foi extremamente decepcionante, mas isso não surpreendeu o chefe da equipe Guenther Steiner, e nem o proprietário Gene Haas. Ambos focaram na temporada de 2022, visando a mudança no regulamento da categoria. Com Mick Schumacher e Kevin Magnussen, a equipe espera ter um desempenho melhor neste ano.

F1 Standings

Quem vai pilotar pela Haas na Fórmula 1?

Os contratos de Kevin Magnussen e Romain Grosjean não foram renovados para o ano de 2021. Ao invés disso, a Haas optou por ter uma dupla de pilotos formada por dois novatos. No entanto, devido ao conflito na Ucrânia, a dupla para a temporada de 2022 será formada por Mick Schumacher e Kevin Magnussen. 

O primeiro é filho do heptacampeão mundial Michael Schumacher. Embora ainda não tenha conseguido mostrar todo o seu potencial na Fórmula 1, as performances até o momento têm mostrado ser um excelente piloto. Ele foi o campeão da temporada de 2020 da Fórmula 2, mas também mostrou suas habilidades ao longo dos outros anos também.

Mazepin era um piloto desconhecido no início do ano. O russo não conseguiu atingir um alto nível na última temporada e teve um desempenho pior quando comparado ao seu companheiro de equipe Mick Schumacher. No entanto, as críticas não foram suficientes para fazer a Haas trocá-lo por algum outro jovem talento. Porém, devido ao conflito na Ucrânia, a Haas decidiu encerrar as suas relações com o piloto logo após os testes da pré-temporada. Eles contrataram Kevin Magnussen para a vaga. 

"Bad boys" no grid

Enquanto que outras equipes da Fórmula 1 estavam "jogando a toalha" em 2016 devido às pressões financeiras da categoria, a Haas fez o seu projeto decolar. A equipe americana já era conhecida por também competir na NASCAR, mas o Campeonato Mundial de Fórmula 1 era um território totalmente novo para eles. 

Eles observaram as equipes que haviam falhado para buscar compreender quais tinham sido os problemas. Fabricar todas as peças simplesmente custaria muito dinheiro. Qual foi a solução? Terceirizar tudo para manter os custos de produção baixos. A equipe comprou muitas peças da Ferrari, ao invés de ter a sua própria produção. Tudo simplesmente tinha que abrir caminho para o desempenho.

A fabricante italiana Dallara fez os chassis e a compatriota Ferrari forneceu as unidades de potência para a Haas. Romain Grosjean e Esteban Gutierrez eram os pilotos da equipe. A dupla de pilotos colocou a Haas no mapa desde o início. 

Desde a primeira vez em que a Haas apareceu no grid (no Grande Prêmio da Austrália de 2016), outras equipes menores já reclamavam sobre o seu método de trabalho. O uso das peças provenientes da Dallara e da Ferrari deram pouca identidade ao time, fazendo com que a Haas parecesse mais uma "irmã" de uma equipe maior. Silenciosamente a Haas foi conquistando o que eles almejavam: marcar pontos.

Magnussen substituiu Gutierrez em 2017, e com a nova dupla a Haas parecia estar lentamente melhorando. Ao longo da temporada ambos os pilotos conseguiram marcar pontos, mas no fim o resultado foi o mesmo da temporada anterior: a oitava posição no campeonato de construtores.

O melhor do resto

Em 2018, a Haas parecia confiante no início do Grande Prêmio da Austrália. Sob o olhar do chefe da equipe Steiner, ambos os pilotos conseguiram garantir uma boa posição de largada e a Haas parecia estar a caminho de marcar pontos importantes. Após dois pit stops fracassados, a Haas tinha agora dois abandonos e um longo período de maus resultados de Grosjean pela frente.

Na metade da temporada parecia que as coisas finalmente sofreriam uma reviravolta e, graças a Magnussen, a equipe já havia conquistado mais pontos do que na temporada anterior. Eles esperavam poder derrotar a Renault e assegurar a quarta posição no campeonato de construtores, mas isso simplesmente não aconteceu. No entanto, a equipe americana terminou em quinto lugar ainda na sua terceira temporada na Fórmula 1.

Em 2019, a Haas começou uma parceria com a Rich Energy. A fabricante de energéticos queria competir com a Red Bull, mas a equipe comandada por Steiner não conseguiu chegar nem perto da equipe de Max Verstappen. No final, a Rich Energy acabou com a parceria antes mesmo do fim da temporada de 2019.

Em 2019, a equipe comandada por Steiner parecia ter regredido. Eles ainda pareciam ter a velocidade suficiente para alcançar bons resultados na classificação, mas durante as corridas nem Grosjean e nem Magnussen conquistaram bons resultados. O problema parecia estar associado ao design do carro, então a equipe rapidamente decidiu focar na próxima temporada de 2020. O carro deu um passo à frente, no entanto, foi a Ferrari que deixou a desejar com o desempenho do motor.

Como resultado, eles permaneceram na parte de trás do grid, eventualmente marcando somente três pontos e terminando em nono na classificação. No ano seguinte, eles se saíram ainda pior, não conseguindo marcar um único ponto. No entanto, o foco já estava em 2022, fazendo com que a pressão por desempenho seja ainda maior. Para Schumacher em particular, isso significa que ele precisa mostrar do que é capaz esse ano, nem que seja apenas para salvar a equipe.

Qual motor a Haas usará?

Como são clientes da Ferrari, a Haas F1 continuará usando a unidade de potência fornecida pela equipe italiana. Em 2022, a equipe americana aparecerá no grid com as mesmas especificações de motor da Ferrari. A equipe americana utiliza o mesmo fornecedor de combustível que a Ferrari, ou seja, a Shell.